30/06/09

Debate na UA

Caros Colegas

No âmbito das eleições para o Conselho Geral, realiza-se amanhã, dia 1 de Julho às 16h no anfiteatro do Departamento de Ambiente e Ordenamento, o debate entre a lista 'mUdAnça com rumo e com rosto' e a lista 'Uma universidade com memória, uma universidade para o futuro'.


Participe na construção colectiva do nosso futuro!

A sua opinião faz a diferença!

29/06/09

Novos Documentos Disponíveis

Caros colegas

Dando continuidade ao contributo para a reflexão sobre alguns temas que consideramos críticos para o futuro da Universidade de Aveiro, divulgamos, desta forma, 3 novos textos:

Divulgamos, ainda, uma nota da autoria do colega Fernando Marques com a sua posição pessoal sobre a participação na eleição para o Conselho Geral.

Participe na construção colectiva do nosso futuro!

A sua opinião faz a diferença!

24/06/09

Sessão de Debate com a Comunidade Académica

Como anunciado, realizou-se hoje a sessão de debate sobre questões relevantes para o futuro da UA, que contou com a participação de perto de uma centena de participantes, entre os quais se contavam colegas que exercem ou exerceram as mais variadas responsabilidades em termos de gestão universitária, bem como funcionários não docentes e alunos, que aceitaram o convite formulado para darem o seu contributo pessoal para a identificação e discussão de uma agenda de preocupações e prioridades.

Apraz-nos registar o ambiente de grande serenidade, num quadro de elevada responsabilidade, de todas as intervenções, o que confirma a atenção com que a generalidade dos membros da comunidade UA encara o futuro, mas também a determinação de que todos juntos seremos capazes, como sempre temos feito, de encontrar as melhores soluções para a UA.


Participe na discussão do nosso futuro colectivo!

A sua opinião faz a diferença!






22/06/09

Reunião com a Comunidade Académica, dia 24/06

Depois da apresentação já feita do Programa e das listas candidatas ao Conselho Geral, Conselho Científico e Conselho Pedagógico, entendemos ser este o momento para ouvir os responsáveis pelas Unidades Orgânicas e de Investigação, Coordenadores de Comissões Científicas e Presidentes de Conselhos Científicos das Escolas Politécnicas, bem como as Direcções das estruturas associativas dos estudantes (AAUAv) e funcionários não docentes (AFUAv) da UA.

Neste sentido, convidamos todos para uma reunião na próxima quarta-feira (24 de Junho), pelas 10h30, na Sala de Actos do edifício da Reitoria.

Nesta reunião, que se pretende aberta à comunidade, gostaríamos de conversar colectivamente e ouvir contributos críticos sobre prioridades e próximos passos a dar na UA no âmbito das mudanças decorrentes dos novos Estatutos.
Os futuros membros do Conselho Geral terão de saber ouvir e conhecer as preocupações e problemas mais sentidos pela Comunidade Universitária.

Entendemos começar desde já a fazê-lo!

Contamos com a vossa participação!

19/06/09

Novos Documentos Disponíveis

Estão já disponíveis, na área Documentos Temáticos, os dois primeiros textos de reflexão sobre áreas críticas no desenvolvimento da UA: Um rumo para o Ensino e Um rumo para o Politécnico.


Pode, ainda, consultar a lista actualizada (em 18 de Junho de 2009) dos 327 subscritores do Manifesto e/ou da Lista mUdAnça com rumo e com rosto.


Partilhe os seus comentários e sugestões com a comunidade da UA.

A sua opinião faz a diferença!

05/06/09

Listas Candidatas ao Conselho Científico e Conselho Pedagógico


Podem ser consultadas aqui as listas candidatas ao Conselho Científico e ao Conselho Pedagógico.


Estas listas devem ser consideradas como indicativas, já que os regulamentos eleitorais e a exacta definição dos membros envolvidos nas circunscrições poderá originar pequenas alterações na composição das mesmas.

04/06/09

Sessão Pública de Apresentação

Realizou-se hoje na Sala de Actos do Edifício da Reitoria a sessão pública de apresentação da nossa lista concorrente ao Conselho Geral da UA, que contou com a presença de mais de uma centena de participantes.

Como foi referido na sessão, e por se tratar de um projecto global para todos os órgãos da UA, foram também apresentadas as listas indicativas candidatas ao Conselho Científico e Conselho Pedagógico.

O número total de docentes e investigadores envolvidos nestas listas ascende a mais de noventa, e são representativos de todas as categorias, Unidades Orgânicas e Unidades de Investigação da UA.





Programa da Candidatura ao Conselho Geral

Caros colegas:

Temos o gosto de anunciar a publicação do programa da nossa candidatura ao Conselho Geral da UA. O programa tem por base o Manifesto divulgado no passado dia 2 de Abril, que tem vindo a recolher crescente adesão por parte da comunidade UA, e inclui as seguintes secções:

Motivação para uma intervenção
Um quadro de valores de referência
Um conjunto de linhas programáticas:

---:: Consolidar a diversidade
---:: Coesão institucional
---:: Investigação de excelência
---:: Aprofundar Bolonha
---:: Centro de cultura
---:: Internacionalização e cooperação para o desenvolvimento
---:: Cooperação regional
---:: Escola Doutoral
---:: Pólo de Ciência e Tecnologia
---:: Gestão da qualidade
---:: Campus aberto
---:: Ser e servir a comunidade
Um perfil para os membros do Conselho Geral
Um perfil para a equipa reitoral

O programa pode também ser acedido na sua versão completa (versão pdf).
Participe na construção do nosso futuro colectivo!
Partilhe os seus comentários e sugestões, eles fazem a diferença!

28/05/09

Sessão Pública de Apresentação das Listas de Candidatos


Convidamos todos os colegas a estarem presentes na



Sessão Pública de Apresentação

das Listas de Candidatos
ao Conselho Geral, Conselho Científico e Conselho Pedagógico




a ter lugar
na próxima 5ª feira, dia 4 de Junho de 2009, pelas 16h30,
na Sala de Actos Académicos da Universidade de Aveiro.

Lista de Candidatos ao Conselho Geral

Universidade de Aveiro
Eleições para o Conselho Geral

Representantes dos Professores e Investigadores

7 Julho 2009












20/04/09

mUdAnça com rumo e com rosto - apresentação

Aquilo que começou por ser uma troca informal de opiniões no seio de um pequeno grupo de pessoas ganhou outra dimensão com a diversidade de contributos entretanto recebidos originando o manifesto “mUdAnça com rumo e com rosto”, com uma aceitação colectiva que nos apraz registar. O nosso agradecimento aos que comentaram e subscreveram o manifesto, confirmando desse modo a utilidade deste processo.

Neste blogue iremos actualizar regularmente a lista de subscritores e dar continuidade ao processo iniciado com o documento antes divulgado. O formato deliberadamente sucinto do manifesto exige e deixa em aberto a clarificação de muitas ideias, permite e acolherá com agrado muitos contributos e opiniões críticas. A introdução no blogue de comentários e outros contributos será oportunamente activada. Neste momento disponibiliza-se acesso imediato a um conjunto de documentos relevantes para a discussão global em que todo o sistema de Ensino Superior está envolvido, naturalmente com especial atenção em relação a documentos relacionados com a UA.

Embora o manifesto “mUdAnça como rumo e com rosto” tivesse como destinatário o corpo de docentes e investigadores, veríamos com muito agrado outros contributos com origem em estudantes e funcionários não docentes. A coesão institucional exige um debate construtivo, sereno e franco, respeitador da diferença. O futuro interessa a todos, seremos todos parte dessa construção colectiva.

Artur Silva - artur.silva@ua.pt
Carlos Costa - ccosta@ua.pt
Eduardo Anselmo Castro - ecastro@ua.pt
Fernando Marques - fmarques@ua.pt
Fernando Ramos - fernando.ramos@ua.pt
Paulo J. G. Ferreira - pjf@ua.pt

'mUdAnça com rumo e com rosto'

Manifesto no âmbito do processo eleitoral que se aproxima


Motivação para uma intervenção

As instituições de Ensino Superior estão hoje sujeitas a solicitações de mudança determinadas por uma conjuntura complexa a que se somam iniciativas específicas como o processo de Bolonha e o RJIES. No plano interno, o processo de revisão estatutária decorreu sob a expressão “UA em mudança”, que consagra de forma exemplar a importância da fase que atravessamos.
No novo modelo organizacional adoptado pela UA assume papel central a celebração de um contrato programa plurianual com o Estado, que se encontra já desenhado nos seus traços gerais e que estabelece um quadro de referência para os próximos anos. Este contrato corresponde a uma oportunidade única de a UA dar continuidade à construção institucional em que temos estado colectivamente empenhados, com um horizonte temporal invulgar. Este contrato introduz também compromissos muito claros e quantificáveis e um nível de exigência adicional em termos institucionais, constituindo um cenário incontornável para os futuros órgãos de governo da UA.
No âmbito da formação dos novos órgãos de governo, anuncia-se para breve a eleição do Conselho Geral. Concluída esta eleição, o Conselho Geral procederá, no prazo de alguns meses, à escolha da futura equipa reitoral. A proximidade temporal entre ambos os actos justifica uma atenção óbvia em relação à sua estreita interdependência. Espera-nos um caminho difícil e, por isso, um quadro claro de valores de referência deve ser erigido para que se salvaguarde a identidade da UA. Ora, não se trata somente de discutir ideias, temos também de identificar pessoas com provas dadas e motivadas para enfrentar este desafio, procurando mobilizar e preservar a coesão de toda a UA. Por tudo isto adoptámos a expressão «mUdAnça com rumo e com rosto».

Um quadro de valores de referência

Para a actuação dos membros eleitos do Conselho Geral, impõe-se que a identificação dos valores de referência seja complementada por grandes linhas programáticas que correspondam ao quadro da missão e visão para a UA. Neste sentido, delineamos seis valores estruturantes como ponto de partida para a discussão que agora se abre:
1. Autonomia – desenvolvimento e consolidação de actividades de investigação, ensino e cooperação enquadradas por princípios éticos e visando a construção e a afirmação de um pensamento livre e independente, nomeadamente em relação ao poder político e económico.
2. Universalidade - promoção e consolidação das diferentes áreas de conhecimento, da diversidade de níveis, tipos de formação e públicos, dos múltiplos modelos de criação e transmissão de conhecimento e de cooperação com a sociedade.
3. Qualidade - procura permanente de níveis de excelência em todas as actividades, segundo padrões internacionais de elevado e reconhecido mérito, no quadro de políticas institucionais, perseguindo contributos individuais e colectivos visando uma melhoria contínua de desempenho.
4. Inovação - atenção aos sinais de mudança na sociedade, capacidade de a antever, de a influenciar e de se adaptar em relação a esta mesma mudança.
5. Afirmação regional - dinamização de parcerias e redes de cooperação com diversos tipos de agentes (empresas e organizações), tendo em vista o desenvolvimento sustentável da região em que se insere e a afirmação da sua competitividade no quadro das regiões desenvolvidas da Europa.
6. Responsabilidade individual e social - estímulo à construção de um modelo participado de intervenção individual e colectiva, transparente, gratificante e coeso para a comunidade universitária, funcionando como exemplo e agente de progresso da sociedade no seu todo e em todas as suas dimensões.

Um conjunto de linhas programáticas

Um programa para uma eleição para o Conselho Geral deverá traçar linhas directoras que enquadrem o futuro desenvolvimento da UA. Expomos, então, alguns eixos programáticos a enriquecer no âmbito do debate que agora se inicia:
1. Consolidar a diversidade - aperfeiçoar o actual modelo de ofertas formativas (dos CET aos 3ºs Ciclos), tendo em consideração os diferentes tipos de público e a evolução da realidade envolvente, respeitando e reforçando as competências da UA nas diferentes áreas de conhecimento e consolidando a estrutura dual e em rede de unidades de ensino.
2. Coesão institucional - fomentar um modelo de gestão participada baseado na transparência dos actos de gestão universitária, na partilha de informação, na comunicação e na colaboração aberta entre pessoas, unidades e serviços, valorizando os contributos individuais e dos órgãos colegiais; consagrar referenciais claros e motivadores de desenvolvimento de percursos profissionais, apoiar actividades de natureza associativa envolvendo os diferentes corpos e medidas de natureza social, facilitadoras da vida em comunidade.
3. Investigação de excelência - promover medidas de estímulo à melhoria contínua das condições individuais e dos indicadores globais de actividade científica, preferencialmente no quadro de redes de cooperação nacionais e internacionais, visando sempre padrões internacionais de elevado mérito.
4. Aprofundar Bolonha - aperfeiçoar a revisão curricular operada nos últimos anos, com base na avaliação do processo, na exploração de diferentes metodologias de aprendizagem e na utilização racional de recursos, tendo em vista a afirmação de um ensino de excelência com elevados níveis de aproveitamento escolar.
5. Centro de Cultura - reforçar o papel da UA como pólo de criação e divulgação artística e científica, dando particular atenção às acções de cooperação de âmbito regional e criando condições para a sua inscrição num quadro internacional de referência e de vanguarda para a interacção entre arte, ciência e tecnologia, enquanto espaço de atracção e modelo de desenvolvimento e de inovação.
6. Internacionalização e cooperação para o desenvolvimento - estabelecer uma política focada, mas não exclusiva, de parcerias internacionais, com destaque para a Europa, o Brasil, a China e a Índia, encarando a Espanha e o Brasil como elos da relação com a América Latina; desenvolver acções de cooperação, em particular com países e comunidades lusófonas, tendo em vista o apoio na formação de quadros e outras iniciativas visando um desenvolvimento sustentável.
7. Cooperação regional - aprofundar o quadro de relações com diferentes agentes locais, de forma a contribuir para o desenvolvimento regional sustentável, com base no capital institucional de experiência e conhecimento em domínios como a educação, a saúde, a acção social, a cultura, a ciência e a tecnologia.
8. Escola Doutoral - estabelecer um modelo coordenado de funcionamento de programas doutorais atentos às necessidades globais de formação ao nível do 3º Ciclo, reforçando laços de cooperação nacional e internacional numa lógica de afirmação da UA como centro competitivo de recrutamento de estudantes de pós-graduação de elevado nível.
9. Pólo de Ciência e Tecnologia - participar na construção de um Parque de Ciência e Tecnologia em cooperação com os agentes económicos e as autarquias, aproveitando as oportunidades criadas pelas políticas de inovação nacionais e europeias, tendo por objectivos a qualificação do tecido económico regional, a atracção de parceiros industriais estratégicos e a inserção da investigação da UA na construção da sociedade do conhecimento e de uma economia de serviços.
10. Gestão da qualidade - promover uma cultura de responsabilização individual e colectiva, adoptar práticas de avaliação de desempenho ajustadas às diferentes áreas de conhecimento, tendo em vista o diagnóstico e a promoção de acções tendentes a ultrapassar necessidades de desenvolvimento pessoal e a adaptar os modelos de organização e funcionamento de todas as unidades e serviços a uma lógica de melhoria contínua.
11. Campus Aberto - preservar e promover a abertura do Campus à comunidade, afirmando-o como símbolo de um ambiente de grande qualidade, também espaço de lazer e exemplo de boas práticas de gestão ambiental e energética.
12. Ser e servir a comunidade - explorar as novas hipóteses de flexibilidade de gestão de recursos materiais e humanos e de relacionamento com entidades externas, tendo em vista o reforço da autonomia institucional, a criação de um ambiente motivador e gratificante, para todos os corpos da comunidade universitária, e o reforço de uma lógica de serviço público.

Um perfil para a equipa reitoral

A proximidade entre o processo de eleição para o Conselho Geral e a eleição do futuro Reitor justifica uma clarificação do perfil recomendável para uma equipa reitoral. Perante uma conjuntura particularmente difícil, que exigirá grande coesão e mobilização da comunidade universitária, destacam-se os seguintes valores:
§ prestígio na comunidade académica, em particular no domínio da investigação, este tendo um papel crítico no alargamento do financiamento institucional e no cumprimento de objectivos do contrato programa;
§ experiência em funções de gestão universitária, incluindo unidades orgânicas e de investigação, órgãos gerais de governo e coordenação, e na intervenção em soluções inovadoras no quadro destas funções;
§ respeito pela diversidade científica, formativa e orgânica da UA e pelas diferentes sensibilidades e expectativas no âmbito da comunidade universitária;
§ conhecimento da realidade da UA, das instituições onde a UA exerce influência directa e ainda das entidades externas com as quais a UA tem relações particularmente estreitas.

Os desafios que a UA enfrenta exigem a mobilização e a participação de toda a comunidade na continuação de um processo de «mUdAnça com rumo e com rosto».